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ALENCAR MARTINS NETO

Nasceu na cidade de São Paulo. Integra o A I V U Teatro desde 2013.

 

Formou bandolim pela Universidade Livre de Música Tom Jobim em 2009 sob orientação de Jane Corilov. Em 2007 estudou composição popular com Eduardo Gudin, participou em 2010 do IX Festival de Música de Ourinho cursando Prática de Choro com Mauricio Carrilho e em 2009 iniciou seu bacharelado em violão popular pela Faculdade Cantareira onde se formou em 2012, tendo Camilo Carrara como orientador. Atualmente estuda violão de 7 cordas com Edmilson Cappelupi na EMESP Tom Jobim.

 

Participou do III Festival de Serra Negra como solista no grupo Fidalga em 2009, integrou a Orquestra Popular Brasileira Tom Jobim como bandolinista em 2008 e 2009 sob regência de Paulo Tiné. Em 2012 é convidado pelo Instituto Brincante para participar do elenco do espetáculo “Amado” onde atuou como músico, além de compor para a trilha sonora e auxiliar na criação dos arranjos.

 

Participou de programas de televisão como “A tarde é show“ da Rede Brasil com o elenco de Amado, e do programa “Sr. Brasil“ de Rolando Boldrin na Tv Cultura acompanhando o violonista Marcos Kaiser. Em 2013, em parceria com Leonardo Gorosito arranjou e dirigiu o cd “Cordões Umbilicais” da cantora Flaira Ferro.

 

Tocou em diversos casas de show e teatros em São Paulo, acompanhou músicos como Antonio Nóbrega, Germano Mathias, Flora Poppovic, entre outros. Trabalha também como arranjador e compositor para artistas e grupos de música instrumental.

 

Em fevereiro de 2014, esteve junto com a artista-criadora, Renata Vendramin, em Bogotá, na Colômbia, ministrando a oficina TEIA DRAMATÚRGICA: DRAMATURGIA CÊNICA TECIDA COM PALAVRA, MÚSICA E DANÇA, na sede do grupo de teatro Varasantaem, onde compartilharam um pouco dos exercícios de treinamento do ator e de criação do espetáculo A PRÓXIMA HISTÓRIA.

 

“A música surge para mim na adolescência como uma forma de ocupar minhas tediosas tardes urbanas.

 

Ao ganhar meu primeiro violão passo a ter um grande companheiro, em momentos bons ou ruins sempre se fazia ouvir e cada nota sabia encontrar o lugar exato para trazer conforto a qualquer situação.

Assim se iniciou uma grande e preciosa jornada repleta de descobrimentos. Sou músico de formação e de ofício, hoje porém, enxergo a música como algo maior, uma parte de um todo que juntamente com a dança, o teatro e tantas outras manifestações artísticas fazem pulsar a vida que habita em mim.

 

Creio que essa jornada ainda me levará a muitos lugares diferentes, por agora basta dizer que sigo caminhando … "

2010 - present

2010 - present

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GUSTAVO SARZI

Nasceu em Botucatu, São Paulo. Integra o A I V U Teatro desde 2013.

 

Graduou-se Bacharel em Música com habilitação em Composição pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) em 2010 sob a orientação de Aylton Escobar e colaboração de Antonio Adolfo.

 

Estudou piano MPB/Jazz e improvisação com Paulo Braga e André Marques no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí (CMDCC – 2003). Foi premiado nos festivais “Botucanto” (Botucatu/SP, 2005) e “Americanta” (Americana/SP, 2004 e 2005) na categoria Música Instrumental.

 

Realizou gravações com os artistas: Fabiana Cozza, Amélia Rabello, Miucha, Olivia Byigton, Danilo Caymmi, e shows com Lívio Tragtenberg, Cida Moreira, entre outros. Fez direção musical dos shows “São Ismael Silva” (com Cristina Buaque, Jards Macalé, Barão do pandeiro e Ná Ozzetti), “Um Grito Solto No Ar” (com Georgette Fadel) e “Na Boca do Lobo” (com Cida Moreira e Heron Coelho); e das peças teatrais: “Pedrinho Jaçanã ”, projeto de inclusão social realizado pela secretaria do Estado de São Paulo, “Luis Antonio Gabriela”, documentário cênico com a Cia Mungunzá e “Sete gatinhos” peça de Nelson Rodrigues e direção de Nelson Baskerville.

 

Desenvolve repertório autoral com o flautista Enrique Menezes (“Coro de grilo”) trabalhando no duo piano e flauta as inúmeras possibilidades de improvisação aplicadas na composição e no arranjo. http://issuu.com/gustavosarzi/docs/bom

 

É integrante da Cia Munguzá de teatro, onde trabalha música com atores, ministrando oficinas interativas que estimulam a musicalidade, a percepção auditiva e a espontaneidade dos artistas na criação sonora dos espetáculos. http://ciamungunza.com.br

 

Realizou com o AIVU Teatro as temporadas 2013 e 2014 do SESI Viagem Teatral - ação arte-educação.

 

http://gustavosarzi.blogspot.com.br

 

"Meu corpo é um macaco pelado e minha mente um papagaio tagarela. Eu fico a observar os movimentos desses dois de acordo com as peripécias do acaso. E dentro da inexistência de espaço e tempo me diluo no vazio, onde a forma é o que é."

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JOSEFA ROUSE

É potiguá, nascida na cidade de Januário Cicco, no estado do Rio Grande do Norte, mas em 1976 seus pais migraram para a cidade de Guarujá no estado de São Paulo, de modo que suas raízes estão plantadas um tanto na praia e um tanto no sertão nordestino, e há 10 anos vive na cidade de São Paulo. Integra o A I V U Teatro desde 2015.

 

É atriz e arte-educadora, formada na UNESP – Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho no curso de licenciatura em arte-teatro no ano de 2011, atuou em diversos espetáculos de teatro desde 2000 quando iniciou seus estudos e trabalhos em teatro, nesse caminho atuou em diversas obras de teatro como segue: O eterno ato de sempre ir de Alissandra Rocha com a Trívio Cia de Teatro criada por mim e com a direção de Edu Brisa (2009/2011); Senhora dos Afogados de Nelson Rodrigues (2004), Castro Alves pede passagem de Gianfrancesco Guarnieri (2004), O Pagador de Promessas de Dias Gomes (2003), Vejo um vulto na janela, me acudam que eu sou donzela – Leilah Assumpção (2003) todas na Cia das Artes e com direção de Jair Aguiar e Antonio Netto; Nossa Cidade de Thorton Wilder (2001) direção de Sebastião Apollônio.

 

Nos últimos anos vem aperfeiçoando seu trabalho como atriz, estudando teatro físico no Brasil, Colômbia e Argentina:

 

No Brasil estudou: com o Grupo LUME em Campinas realizando a oficina O corpo como fronteira, ministrada por Renato Ferracini (2015); com Joana Barbosa - Descobrindo a Máscara Neutra e O clown dentro de mim! (2013); com Mauro Zanata na Escola do ator cômico: A máscara neutra e O universo Clown (2012); com Luis Louis: Curso de Mímica Total & Teatro Físico (2011/12); com Hans Reikdal Machado: Introdução ao Método Feldenkrais (2012); com Desmond Jones da Inglaterra: Workshop Desmond Jones Mime &Physical Theatre (2011); Improvisação com o Grupo Complot Escena (México) com Omar Medina e José Luis Saldaña (2011); com Fernando Vieira Oficina Clown (2010); com Emílio Fontana (2001); com Waldires Bruno e Gabriel Mendonça – (2000).

 

Na Colômbia – Bogotá: na Associación Cultural Casa Del Silencio os cursos: El Gesto Corporal I, II com Diana Lucia León e Juan Carlos Agudelo Plata e com Edward Fernando Bocanegra e Natalia Franco: Piezas Del Repertorio - Mimo Corporal Dramático (2012).

 

E, em Buenos Aires: na Escuela Internacional de Creación Teatral y Movimiento Cabuia - Creación Teatral y Actuación, escola baseada na pedagogia do francês Jacques Lecoq (março à dezembro/2014), realizado com apoio do Ministério da Cultura pelo Edital de Intercâmbio 2-2013; com Julia Muzio: Teinamento Clown (abril à novembro/2014); Teatro Físico de Yamil Ostrovsky - Clínica de Teatro Físico (Maio a Julho/2014).

 

De 2015 a 2016 integrou como atriz a CTI – Companhia Teatro da Investigação, participando das obras A casa de farinha do Gonzagão e a Olaria do Jackson do Pandeiro baseada nas obras dos artistas Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, realizadas na rua no formato de Teatro-baile, com dança, música, comida e bebida e atuação cênica, circulando pela 2ª Edição do Prêmio Zé Renato da Cidade de São Paulo.

Integra desde 2105 o LAPCA - Laboratório de Pesquisas e Criação Cênicas Atorais no Instituto de Artes da UNESP coordenado pela Profª. Drª. Lucia Romano.

 

É mestra em Artes Cênicas pela UNESP – Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho  na linha de pesquisa de Estética e Poética Cênicas, sob o título: "Mais e mais perto de nós: Imagens e personificações da mulher negra no teatro brasileiro dos anos 1940 a 2008, no contexto da experiência cênica e do ativismo das mulheres negras segundo Sortilégio I, Sortilégio III e Sete Ventos", com orientação da Profa. Dra. Lúcia Regina Vieira Romano. defesa ocorrida em junho/2019, cuja banca foi composta pela Profa. Dra. Marianna Monteiro da UNESP e pela Profa. Dra. Evani Tavares da UFSB (Universidade Federal do Sul da Bahia).

 

Em 2019, formou-se Bacharel em Filosofia pela UNIFESP– Universidade Federal de São Paulo.

 

"Aos sete anos de idade tinha um desejo que não sabia explicar, sabia apenas, que seria atriz, não fazia ideia do caminho, guardei para mim esse desejo como um segredo.

 

Somente aos 15 anos fui ao meu primeiro curso de teatro precisando abandoná-lo para voltar somente aos 25 anos, de lá pra cá muitos caminhos percorri.

 

Foi preciso convencer a família de que era um caminho viável, estudar, me licenciar, me especializar, confiar nos encontros e apostar todas as fichas no jogo da arte e da vida, e assim sigo, apostando, vivendo, sendo, atuando, criando e teimando.

 

Posso dizer que sou privilegiada por desde tão cedo estar certa da profissão que queria seguir, ainda que o caminho tenha sido sinuoso.

 

Perceber que uma emoção, uma alegria, uma esperança ou até mesmo certa melancolia atravessou um espectador é a certeza de que esse é o melhor caminho que poderia ter trilhado".

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MARISA REBOLLO

Nasceu na cidade de São Paulo. Integra o A I V U Teatro desde 2014, atuando como diretora de arte.

 

É cenógrafa e arquiteta formada pela Escola de Arquitetura e Urbanismo Braz Cubas de Mogi das Cruzes, 1979.

 

Trabalhos realizados:

 

Cenografia e Figurinos:

- Assistência de cenografia na telenovela “O profeta”, Rede Tupi, 1978.

- Assistência de cenografia na telenovela “Dinheiro Vivo”, Rede Tupi, 1979.

- Média metragem “Carlota – Amorosidade”, de Adilson Ruiz, 1986.

- Longa metragem “O homem que virou suco”, de João Batista de Andrade, 1979.

 - Longa metragem “Real desejo”, de Augusto Seva, 1986.

- Peça Teatral “Divinas palavras”, sob direção de Iacov Hilel, 1980.

- Peça Teatral “Campeões do mundo”, sob direção de Antônio Mercado, 1981.

- Peça Teatral “Cala boca já morreu”, sob direção de Ednaldo Freire, 1981.

- Peça Teatral “As quatro meninas”, de Pablo Picasso, sob direção de Iacov Hillel.

- Peça Teatral “Besame Mucho”, sob direção de Roberto Lage, 1982.

- Peça Teatral “Sai da frente que atrás vem gente”, sob direção Mário Mazetti, 1984.

- Peça Teatral “Papai e mamãe – conversando sobre sexo”, de Mário Prata, sob direção de                        

       Flávio de Souza, 1984.         

- Peça Teatral “Crocodilo do Nilo”, sob direção de Paulo Yutaca, 1985.

- Peça Teatral “O capeta de Caruaru”, sob direção de Ednaldo Freire, 1991.

- Peça Teatral “As filhas de Janete Clair”, de Jandira de Souza, 1996.

- Peça Teatral “O fingidor”, sob direção de Samir Yazbek, 1999.

- Peça Teatral “Estrela Cigana”, 2007.

- Peça Teatral “Retratos de Augustus John”, sob direção de Hugo Coelho, 2007.

- Peça Musical “Aída”, adaptação de Elton John e Tim Rise., 2008

-  Peça Infanto- Juvenil “Amazônia adentro “’ , produção Canto em Contos, 2010

- Peça Infantil “ O que eu Sonhei, produção CIAZIN, 2011

- Peça infantil “Por um Fio “- produção Canto em Contos, 2012

- Peça infantil “Contos de Clarice,sob direção de Calixto de Inhamuns;2012

- Peça infantil “Pandolfo Pereba”, produção Circo de Trapo,2013

 

Exposições:

- Criação e execução da ambientação cenográfica da exposição “Modernismo – Paris anos XX”, realizado pelo MAC – USP, 1995.

- Montagem da exposição infantil “Histórias de grandes artistas”, realizado pelo realizado pelo MAC – USP, 1995.

- Criação e execução da ambientação cenográfica da exposição “Burle Marx – artista paisagista”, realizado pelo MAC – USP, 1997.

 

Outras Atividades Profissionais:

Trabalhos em arquitetura e design, fotografia e produção de cenário e figurino para cinema e teatro.

 

Prêmios Recebidos:

- Prêmio MINC – INACEM, Troféu Mambembe de cenografia com a peça “Crocodilo do Nilo”, 1985.

- Prêmio APETESP de Teatro – Troféu Figurinos com a peça “Crocodilo do Nilo”, 1985.

- Prêmio APCA – Exposição “Modernismo – Paris anos XX”, 1995.

 

Desde 2001 ministra aulas de cenografia, figurino, e artes plásticas na escola de teatro “Casa do Teatro”, sob direção de Lígia Cortez.

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RENATA VENDRAMIN

É paranaense, nasceu na cidade de Paranavaí. Em 2010, junto com outros artistas-criadores, cria a CIA. DA FULÔ, que em 2012 torna-se A I V U teatro, onde atua como artista-criadora e produtora desde então.



Em 2004, formou-se na Escola Técnica de Teatro Cena  Hum Academia   de  Artes  Cênicas  e  no  curso  de Comunicação Social Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, em Curitiba;



Em Curitiba trabalhou com a Cia. Curitiba de Comédias, a Ganesh Cia Cênica de Teatro e diretores independentes. Os principais espetáculos que realizou foram: ‘Theatresports’, direção: Franklin Albuquerque; ‘Vestibular no Teatro’, direção: Chico Pennafiel; ‘Corações em Metanol’, texto e direção: Thiago Daher; ‘A Mente Capta’, direção: Humberto Gomes; ‘A Casa da Mãe Joana’ e ‘Bastidores’, direção Juscelino Zílio e Márcia Gomez; ‘A Química do Amor’, direção Humberto Gomes; ‘Quarto de Hotel’, direção Humberto Gomes;


Em 2005 concluiu a Especialização Lato Sensu em Cinema e Vídeo com ênfase em baixo orçamento na Faculdade de Artes do Paraná, cujo tema do relatório reflexivo foi ‘A Construção da Personagem Cinematográfica’. Em 2006 mudou-se para São Paulo.

 

Na capital paulista participou dos seguintes cursos e estudos: 

- CEPECA - Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator - da USP, sob orientação do Prof. Dr. Armando Sérgio da Silva, de 2006 a 2009; e retorna em 2012 até agora;
- Núcleo de Pesquisa O Ator em Processo, do Grupo XIX de Teatro de São Paulo;
- Curso de Interpretação Cinematográfica do Ateliê de Artes e Ofícios, com Márcio Mehiel. Técnica físico-energética, até 2008;
- Curso de História do Teatro com Antônio Rogério Toscano na Escola Livre de Teatro de Santo André – ELT, de 2007 a 2009;
- Contato Improvisação com Ricardo Neves e Bárbara Nunes;
- Caminho do Canto, com Andrea Drigo;
- Núcleo Experimental do SESI 08/09, sob coordenação de Carlos Martins, direção de Roberto Lage;
- Curso Livre de Yoga para formação de instrutores de Hatha Yoga no Omkarananda Ashram, com Otávio Vieira, em 2009. Curso de Capacitação em Yoga do IEPY (Instituto de Ensino e Pesquisas em Yoga) com coordenação de Marcos Rojo, em 2011. Curso de Filosofia do Yoga no Instituto Paulista de Sânscrito - IPS, com coordenação de João Carlos B. Gonçalves, em 2015; Curso de Anatomia Aplicada ao Yoga I - O aparelho locomotor e a mecânica da prática, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com direção da Prof.ª Dra. Mirna Duarte Barros e coordenação do Prof. Me. Denival Soares Galdeano, em 2017.


Principais espetáculos realizados em São Paulo:
‘Sonhos de Amor Rasgado’, direção de Rodolfo Amorim; ‘Um Ônibus Chamado SP’, direção: Armando Sérgio; ‘A Mulher e o Cisne’, direção Laura Lucci; Espetáculo Infantil ‘Brotando Alegria’, direção: Denise Haddad e Nicolas Monastério; ‘O Bailado de Flávio de Carvalho’, direção de Roberto Lage.  


Principais curtas e longas realizados:
Curtas digitais ‘Balões Infláveis’ - exibido no Festival de Tiradentes – MG, direção: Alessandro Yamada; ‘Que Amor é esse?’, direção: Márcio Mehiel; ‘A Sacerdotisa’, direção: Ruy Veridiano; longa-metragem ‘Quer Saber?’, direção: Paulo de Tarso Disca, selecionado para a 31ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.


Outros trabalhos como atriz:
Leituras Dramáticas dos textos ‘Edifício Marisa’, de Marcello Jordan, direção: Fernando Neves; ‘Freak Show – A sociedade do espetáculo’, de Luise Cohen, no Festival de Teatro de Curitiba, direção: Eric Lenate, ambos produção do Núcleo de Dramaturgia do SESI/SP – British Council.
Participação na série de TV independente ‘Na Batalha’, e de uma série de vídeos didáticos sobre poesia para a FTD, ambos produzidos pela Produtora ACERE.

 

Trabalhos artístico-pedagógicos:
- Trabalho de corpovoz realizado, como estágio, na disciplina “Laboratório de Montagem”, ministrada pelo Prof. Dr. Marcelo Braga de Carvalho, no curso de Licenciatura em Artes Cênicas da Faculdade Paulista de Artes, 2015.
- Oficina “Teia Dramatúrgica: dramaturgia cênica tecida com palavra, música e dança”, ministrada em Bogotá, Colômbia, na sede do Grupo de Teatro Varasanta. Atividade do projeto “Inter-Câmbios América Latina”, realizado pelo CEPECA da USP, 2014.

- Mostra CEPECA na Escola de Teatro Macunaíma. Demonstração de processo da peça “A Próxima História” e apresentação da pesquisa de mestrado. 2013.
- Professora assistente na disciplina “Oficina Teatral” na Academia de Artes Cênicas Cena Hum, Curitiba, PR, 2005.
- Professora da disciplina “Teatro Infantil – Iniciação II” na Academia de Artes Cênicas Cena Hum, Curitiba, PR, 2005.

 

Montagens com alunos:
- Trabalho corpovoz:
Peça “Put some farofa”, texto de Gregório Duvivier. Direção: Marcelo Braga, na Faculdade Paulista de Artes, 2015.
- Assistência de Direção:
Peça “Corações Solitários”, texto Rubem Braga. Direção Humberto Gomes, na Academia de Artes Cênicas Cena Hum, 2005.
Peça “Sonho de uma Noite de Verão”, texto de William Shakespeare. Direção Humberto Gomes, na Academia de Artes Cênicas Cena Hum, 2005.
- Direção:
Peça “Soldadinho de Chumbo”, em parceria com Andréa Assumpção, na Academia de Artes Cênicas Cena Hum, 2005.



Em 2015 concluiu seu mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, USP, cujo título é "Teia Dramatúrgica: trajetos sinuosos de uma atriz em fluxo e ritmo criativos", com orientação do prof. dr. Eduardo Tessari Coutinho. Para acessar a dissertação: 

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27155/tde-24112015-164917/pt-br.php

É instrutora de Hatha Yoga.

"Eu sou menina do interior. Daquelas que cresceu com os pés descalços na terra e fruta gostosa nas mãos.

Vivia com os cabelos desgrenhados pelo vento, e os olhos abertos que não cabiam no rosto, curiando o mundo.

 

Aos 6 anos entrei pela primeira vez num teatro. A Casa de Cultura da pequena cidade onde nasci. Meu coração bateu diferente. Nada acontecia no palco. O espaço sagrado do encontro me emocionava. Estava feliz por estar ali.

 

Quando vi os atores então... meu coração não coube no peito: que seres eram aqueles capazes de transformar-se em muitos? De onde vinham aqueles mensageiros que me traziam algo novo, diferente, desconhecido para a minha pele ? Que imaginavam outras realidades... Um outro jeito de olhar para a realidade...

Esse sentimento está vivo na minha memória e latente no meu coração.

Toda vez que eu olho nos olhos sensibilizados do público, seja criança, adulto mulher, homem, ou velho é como se eu me reconectasse àquela sensação primeira-original, da menina do interior, buscadora inocente, curiando o mundo, que fez com que eu trilhasse o meu caminho guiada pela memória, pelo coração e pela intuição. Sigo caminhando."