CÍRCULO DE GIZ, RODA DE GENTE, MUNDO DE HISTÓRIAS

​Este é um projeto de narração cênica em que reunimos narrativas de origens diferentes e riscamos um círculo de giz no chão integrando, em um mesmo espaço, as atrizes- criadoras e o público. O que se produz, a partir daí, é uma experiência coletiva em que todos atuam como narradores, cocriando e ressignificando a narrativa a cada novo encontro.


Dentro do círculo – representação maior da experiência coletiva – convidamos o público a vivenciar conosco a arte da oralidade e do ser narrador: aquele que através de suas histórias compartilha jeitos outros de olhar e agir no mundo, que carrega em sua memória histórias que transpassam o tempo, os hábitos, as gerações. Histórias que recontam e refazem o mundo. Que preservam e atualizam a nossa memória.

No repertório, narrativas tradicionais populares, contadas e recontadas há muito tempo, e narrativas contemporâneas, apresentando questões que nascem das relações dos tempos atuais. Cada uma delas traz um tom e uma atmosfera particular e são trazidas à cena com nossas referências e raízes brasileiras, ressignificadas na nossa fusão de linguagens. Assim, uma palavra traz uma dança, que se transforma em música, que chama o toque do tambor, que evoca outra palavra... Nessa alquimia da cena, música, dança, palavra, instrumentos musicais e corpos se misturam para narrar as histórias.

 

*As narrativas são apresentadas em dias diferentes e podem ser contratadas individualmente.

 

 

​                                                            Teaser do projeto Círculo de Giz, Roda de Gente, Mundo de Histórias

 

Sinopses

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O avô da montanha

Corvo é um menino que nasceu no meio da floresta. Perde seus pais muito jovem e de tanta tristeza decide sair da aldeia e construir um abrigo no alto de uma montanha. É no encontro com o avô da montanha que aprende a escutar e a contar as mais variadas histórias: das pessoas do céu, das primeiras pessoas da terra, dos animais, da Lua e do Sol. De história em história, a cada novo encontro, Corvo aprende a valiosa arte de doar e receber...

Ficha Técnica:

​Atrizes-criadoras: Josefa Rouse e Renata Vendramin.

Texto: livremente inspirado no conto popular dos índios Sêneca, da América do Norte: "Avô da montanha", recontado por Burleigh Mutén, no livro “Histórias do Avô: histórias de deuses e heróis de várias culturas”.

Canções originais: Janaína Silva, Renata Vendramin e Thiago Fernandes de Freitas.
Pesquisa e adaptação do canto da tradição tupi-guarani: Janaína Silva e Renata Vendramin.
Preparação Corporal/Canto e Voz: A I V U teatro.
Figurinos: Marisa Rebollo.

Costureira: Euda Alves de Araújo.
Adereços e objetos de cena: A I V U teatro.
Produção: A I V U teatro.​​

Classificação Livre.

Duração: 50 minutos.

Necessidades Técnicas: A narração cênica é adaptável a espaços alternativos, como bibliotecas, áreas de convivência e galpões. Em espaços externos, como praças e parques, com maior número de público, necessitamos de 02 microfones headset. Em teatros com palco italiano, é necessário acomodar o círculo e o público no palco. Não usamos cenário, traçamos um círculo de giz no chão para delimitar o espaço da cena e usamos adereços e instrumentos musicais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Totó, o tocador de tambor​

Antônio é um menino de brilho nos olhos como qualquer outro. Um dia ele escuta o toque de um tambor numa Festa do Boi. Seu coração começa a bater no mesmo compasso. Pé com pé. Passo com passo. Ele resolve então sair em busca do seu próprio tambor. De encontro em encontro, de troca em troca, no caminho em direção ao mercado, o menino Antônio se transforma em Totó, o tocador de tambor.

Ficha Técnica:

​Atrizes-criadoras: Josefa Rouse e Renata Vendramin.

Texto: livremente inspirado no conto popular de origem indiana "O tocador de tambor", recontado por Shenaaz Nanji, no livro “Contos Indianos”.

Canções originais: Janaína Silva, Renata Vendramin e Thiago Fernandes de Freitas.
Pesquisa e adaptação das canções da tradição popular brasileira: Janaína Silva e Renata Vendramin.
Preparação Corporal/Canto e Voz: A I V U teatro.
Figurinos: Marisa Rebollo.

Costureira: Euda Alves de Araújo.
Adereços e objetos de cena: A I V U teatro.
Produção: A I V U teatro.​

Classificação Livre. 

Duração: 50 minutos.
Necessidades Técnicas: A narração cênica é adaptável a espaços alternativos, como bibliotecas, áreas de convivência e galpões. Em espaços externos, como praças e parques, com maior número de público, necessitamos de 02 microfones headset. Em teatros com palco italiano, é necessário acomodar o círculo e o público no palco. Não usamos cenário, traçamos um círculo de giz no chão para delimitar o espaço da cena e usamos adereços e instrumentos musicais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mazé! De onde vem? Quem é?

Essa é a história da Mazé. Ela mora numa cidade grande, num prédio grande, no oitavo andar de um apartamento pequeno. E ela tem uma vó, que mora numa cidade pequena, num bairro tranquilo, numa casa simples com um pé de “mixirica” no quintal. A Mazé é menina perguntadeira. Ela gosta de saber a origem das coisas e o significado das palavras. Mas ela nunca tinha perguntado a origem do seu próprio nome e tampouco sabia o queria dizer a palavra morte. Até que ela descobre que os nomes guardam muitas histórias e que a morte faz parte da experiência da vida...​

Ficha Técnica:

Atrizes-criadoras: Josefa Rouse e Renata Vendramin​.

Texto: Janaína Silva.
Canções originais: Janaína Silva e Renata Vendramin.
Pesquisa e adaptação das canções da tradição popular brasileira: Janaína Silva e Renata Vendramin.

Preparação Corporal/Canto e Voz: A I V U teatro.
Figurinos: Marisa Rebollo.

Costureira: Euda Alves de Araújo.
Adereços e objetos de cena: A I V U teatro.
Produção: A I V U teatro.

Classificação Livre. ​

Duração: 50 minutos
Necessidades Técnicas: A narração cênica é adaptável a espaços alternativos, como bibliotecas, áreas de convivência e galpões. Em espaços externos, como praças e parques, com maior número de público, necessitamos de 02 microfones headset. Em teatros com palco italiano, é necessário acomodar o círculo e o público no palco. Não usamos cenário, traçamos um círculo de giz no chão para delimitar o espaço da cena e usamos adereços e instrumentos musicais.

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Três cocos

Num pequeno vilarejo viviam a madrasta, sua filha e sua enteada. Não muito longe dali ficava a Terra das Fadas, onde vivia Iwin, a rainha das fadas, e o som das kalimbas marcava o ritmo da vida. O encontro de Iwin com a enteada dá início a uma jornada encantadora, cheia de desafios, aventuras, aprendizados e transformações. A vida da madrasta, da filha e da enteada ganha, então, outro ritmo.

 

Ficha Técnica:

Atrizes-criadoras: Josefa Rouse e Renata Vendramin.

Texto: livremente inspirado no conto popular africano "Os três cocos", recontado por Maria Clara Cavalcanti de Albuquerque, na Revista de (In)Formação para agentes de leitura Princesas Africanas.

Canções originais: Josefa Rouse e Renata Vendramin.
Pesquisa e adaptação do canto da tradição africana: Josefa Rouse e Renata Vendramin.
Preparação Corporal/Canto e Voz: A I V U teatro.
Figurinos: Marisa Rebollo.

Costureira: Euda Alves de Araújo.
Adereços e objetos de cena: A I V U teatro.
Produção: A I V U teatro.

Classificação: Livre. 

Duração: 50 minutos.
Necessidades Técnicas: A narração cênica é adaptável a espaços alternativos, como bibliotecas, áreas de convivência e galpões. Em espaços externos, como praças e parques, com maior número de público, necessitamos de 02 microfones headset e de 02 pequenos pedestais com microfones, para captar o som dos instrumentos musicais. Em teatros com palco italiano, é necessário acomodar o círculo e o público no palco. Não usamos cenário, traçamos um círculo de giz de lousa no chão, para delimitar o espaço da cena, e usamos adereços e instrumentos musicais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Asclepius: o menino semideus

Asclepius é um menino que nasceu de um jeito bem diferente: um pouco deus e um pouco humano, um semideus. Sabe o nome de todas as plantas e de todas as partes do corpo. Pode fazer remédios, curar doentes e salvar vidas. Tem o poder de fazer quase tudo, afinal, é quase um deus. Ele só precisa tomar cuidado para não ultrapassar o limite divino. Um dia, Asclepius tenta fazer o impossível, passa dos limites e desafia o maior de todos os deuses...

Ficha Técnica:

Atrizes-criadoras: Josefa Rouse e Renata Vendramin.

Texto: livremente inspirado no conto popular de origem grega "Asclepius: curandeiro do mundo antigo'", recontado por Burleigh Mutén, no livro “Histórias do Avô: histórias de deuses e heróis de várias culturas”.

Canções originais: Janaína Silva, Renata Vendramin e Thiago Fernandes de Freitas.

Preparação Corporal/Canto e Voz: A I V U teatro.

Figurinos: Marisa Rebollo.

Costureira: Euda Alves de Araújo.

Adereços e objetos de cena: A I V U teatro.

Produção: A I V U teatro.

Classificação Livre. ​​​

Duração: 50 minutos.

Necessidades Técnicas: A narração cênica é adaptável a espaços alternativos, como bibliotecas, áreas de convivência e galpões. Em espaços externos, como praças e parques, com maior número de público, necessitamos de 02 microfones headset. Em teatros com palco italiano, é necessário acomodar o círculo e o público no palco. Não usamos cenário, traçamos um círculo de giz no chão para delimitar o espaço da cena e usamos adereços e instrumentos musicais.

Vídeo da narrativa na íntegra
Vídeo da narrativa na íntegra
Vídeo da narrativa na íntegra
Temporada no SESC OSASCO, fevereiro de 2019. Fotos Paulo Bueno
Temporada no CENTRO CULTURAL SÃO PAULO, fevereiro de 2018. Fotos Marcelo Tomasini